Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:
“Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres.”
Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Aí, chegaram os descamisados da cidade.. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.
Moral da história:
“A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras.
Nós é que fazemos sua pontuação. E isso faz toda a diferença…”
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maio 9th, 2010 at 9:41 pm
Pontuar, qualquer um pontua! Pontuar certo… Estou tentando.
Naquele longínquo povoado, o amor entre dois jovens parecia inseparável até… A chegada de um conflito. Antes, procuraram um sábio, que assim escreveu:
“Ir, irás, voltarás! Jamais morrerás na guerra!”
Contente, o jovem seguiu seu destino. Houve o armistício e o único tiro de comemoração, por ele mesmo para cima disparado, caiu em sua própria cabeça matando-o.
Desesperada, a jovem procurou o sábio que assim interpretou o texto:
“Ir irás. Voltarás? Jamais! Morrerás na guerra!”
Moral da história:
Nunca durma no ponto, vírgula, acentuação, interrogação…